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Revista Ministério - Edição 3 - Maio/Junho de 2000


 
Profetas na igreja local


 

ROY NADEN
Professor emérito de Educação Religiosa da Universidade Andrews, reside em Washington, Estados Unidos
 

Através dos dons espirituais concedidos a cada crente, a Igreja cumprirá tudo para o que foi comissionada por Deus. Nutrição dos membros em cada congregação, pregação do evangelho em todo o mundo, e qualquer outra tarefa legítima será cumprida pela aplicação dos dons espirituais na vida de cada indivíduo.

Por que a Igreja Adventista do Sétimo Dia não tem desenvolvido uma compreensiva teologia de tão crucial aspecto da verdade? A questão é mais intrigante por causa de nossa crença oficial de que um daqueles dons, o de profecia, é uma importante marca de identificação da Igreja (Apoc. 12:17; 19:10). Este artigo busca explorar esse pouco discutido tema. A tese é que uma generalizada incompreensão sobre a distribuição do dom de profecia tem sido, pelo menos parcialmente, responsável por um frustrado ministério de nutrição entre os membros, o que, por sua vez, leva a um sério índice de apostasia (802.995 nos últimos cinco anos).

CRENÇAS FUNDAMENTAIS A Doutrina da Igreja Adventista, era da redação de Uriah Smith publicada na Revista Adventista, "The Signs do the Times" (Sinais dos Tempos) em 4 de junho de 1874.

A despeito da conhecida antipatia a credos, as crenças fundamentais dos adventistas do sétimo dia foram descritas pela primeira vez, em 1930, por um grupo de quatro pessoas: M. E. Kern, F. M. Wilcox, E. R. Palmer e C. H. Watson. Embora jamais fosse votada por qualquer comissão oficial, a declaração foi impressa em 1931 no anuário denominacional (Yearbook). Nela estava incluso este parágrafo: "Deus coloca em Sua Igreja os dons do Espírito Santo, conforme enumerados em I Coríntios 12 e Efésios 4. ... Esses dons operam em harmonia com os divinos princípios da Bíblia, e são dados para o aperfeiçoamento dos santos, a obra do ministério, a edificação do corpo de Cristo."

Vinte anos depois, no anuário de 1951, foram adicionadas as seguintes palavras: "O dom do Espírito de Profecia é uma das marcas de identificação da Igreja remanescente. I Cor. 12:1, 28; Apoc. 12:17; 19:10; Amós 3:7; Oséias 12:10 e 13. Eles [os adventistas] reconhecem que esse dom foi manifestado na vida e no ministério de Ellen White."

Qualquer que tenha sido a motivação para acrescentar essas palavras 36 anos depois da morte da Sra. White, o resultado é claro: a generalizada compreensão de que o ministério profético de Ellen White constituiu a manifestação do dom de profecia no fim do tempo.

Em 1981, o anuário publicou uma afirmação mais compreensiva sobre dotação espiritual. É dito em parte: "Deus concede a todos os membros de Sua Igreja, em todos os tempos, dons espirituais para ser empregados em amoroso

Se as palavras de Paulo são verdadeiras, podemos nós assegurar o dom de profecia entre os leigos na congregação local e, ao mesmo tempo, preservar o único e distintivo ministério de Ellen White? Isso é algo que podemos afirmar, porque um compreensivo envolvimento leigo em nutrir espiritualmente e testemunhar nunca será completamente entendido até que compreendamos a múltipla distribuição do dom de profecia.

O ENSINO BÍBLICO

Tal como outras epístolas do Novo Testamento, a carta aos romanos tem duas seções: doutrina e deveres. E Paulo usualmente faz a ligação entre essas duas grandes divisões com a palavra "portanto", ou algum termo equivalente, como é o caso do início do capítulo 12: "Rogo-vos, pois, irmãos..." Depois do desenvolvimento do ensino sobre a justificação pela fé,


etc. ETC.

 

A Doutrina da Igreja Adventista, redação de Uriah Smith publicada na Revista Adventista, "The Signs do the Times" (Sinais dos Tempos) em 4 de junho de 1874. --- não tem Trindade.
   
   
 

Veja o Clipp ampliado:

 



Ano após ano a Doutrina Adventista era sempre a mesma:

   



 

 
A Doutrina Adventista mudou em 1931, (oficiosamente) e OFICIALMENTE em 1080.

A TRINDADE Católica, e Ellen White passaram a fazer parte das doutrinas Adventistas.






 
 



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  Na Bíblia tem cerca de 22 textos que falam sobre o dízimo. O dízimo era pago como um imposto exclusivamente agrícola, sendo beneficiario os sacerdotes, as viuvas, orfãos, estrangeiros e todo povo.

Pergunte aos pastores quando se exige o dízimo dos pobres ?

Leia todo o capítulo de Hebreus 7 (especialmente os versos 12 e 18) e vai constatar em linguagem clara que o dízimo foi ABOLIDO.

--- Jesus nunca pregou a rebelião enquanto esteve na terra. A escravatura era uma instituição em Israel naquele tempo e Jeus não reprovou. --- Sobre o dízimo, Jesus não foi além de recomendar a obediência à ordem vigente daquele tempo.